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Notícias - Profissional
POSTURA PROFISSIONAL É TUDO!
Pode perguntar a si mesmo: Estou sendo bom profissional? Estou agindo adequadamente? Realizo corretamente minha atividade?
É fundamental ter sempre em mente que há uma série de atitudes que não estão descritas nos códigos de todas as profissões, mas que são comuns a todas as atividades que uma pessoa pode exercer.
Atitudes de generosidade e cooperação no trabalho em equipe, mesmo quando a atividade é exercida solitariamente em uma sala, ela faz parte de um conjunto maior de atividades que dependem do bom desempenho desta.
Se sua tarefa é varrer ruas, você pode se contentar em varrer ruas e juntar o lixo, mas você pode também tirar o lixo que você vê que está prestes a cair na rua, podendo futuramente entupir uma saída de escoamento e causando uma acumulação de água quando chover. Você pode atender num balcão de informações respondendo estritamente o que lhe foi perguntado, de forma fria, e estará cumprindo seu dever, mas se você mostrar-se mais disponível, talvez sorrir, ser agradável, a maioria das pessoas que você atende também serão assim com você, e seu dia será muito melhor.
Muitas oportunidades de trabalho surgem onde menos se espera, desde que você esteja aberto e receptivo, e que você se preocupe em ser um pouco melhor a cada dia, seja qual for sua atividade profissional. E, se não surgir, outro trabalho, certamente sua vida será mais feliz, gostando do que você faz e sem perder, nunca, a dimensão de que é preciso sempre continuar melhorando, aprendendo, experimentando novas soluções, criando novas formas de exercer as atividades, aberto a mudanças, nem que seja mudar, às vezes, pequenos detalhes, mas que podem fazer uma grande diferença na sua realização profissional e pessoal. Isto tudo pode acontecer com a reflexão incorporada a seu viver.
E isto é parte do que se chama empregabilidade: a capacidade que você pode ter de ser um profissional que qualquer patrão desejaria ter entre seus empregados, um colaborador. Isto é ser um profissional eticamente bom.
As leis de cada profissão são elaboradas com o objetivo de proteger os profissionais, a categoria como um todo e as pessoas que dependem daquele profissional, mas há muitos aspectos não previstos especificamente e que fazem parte do comprometimento do profissional em ser eticamente correto, aquele que, independente de receber elogios, faz A COISA CERTA!
José
Parar, perder, estagnar ou mudar?
Indicadores de desempenho. Como podem auxiliar na sua gestão.
Possivelmente isso será bom para sua empresa, desde que você tenha habilidade suficiente para usá-las todas ao mesmo tempo sem, por exemplo, querer furar com um voltímetro ou aplainar com uma furadeira.
Digamos que não seja muito fácil para um gestor conseguir utilizar-se de tantas ferramentas ao mesmo tempo. Ninguém é capaz de possuir tantas competências e conhecer a fundo cada processo de trabalho e, ao mesmo tempo, ter tempo para analisar, gerenciar e tomar decisões acertadas o tempo inteiro.
Ah, é verdade! Os sistemas informatizados nos ajudam muito e eles podem fazer parte do papel dos gestores! Errado. Eles criam as condições para a gestão, mas não existem soluções viáveis, principalmente para empresas pequenas e médias, em que um sistema substitua o gestor.
O resumo da ópera pode ser descrito da seguinte forma: você precisa comandar sua empresa e errar o menos possível (se possível acertar sempre) para que os resultados apareçam e seu negócio seja competitivo e rentável. Que tal, então, transformar-se num gerente de poucos indicadores, em lugar de gerenciar cada um dos processos e, dentro deles, cada uma das pessoas?
Para conseguir transformar-se no efetivo gestor de sua empresa, será preciso definir seus principais processos e desenhá-los, ou redesenhá-los, sob a forma de fluxo, descartando todas as atividades supérfluas, ou efetivamente desnecessárias, levando sempre em conta que a satisfação dos clientes é o foco a ser atingido. O cliente é o foco e tudo que não gere resultados é despesa e por isso deve ser eliminado do processo.
É muito importante, para cada atividade, que a matriz `quem, quando, onde e como` esteja totalmente respondida e, por conseguinte, as responsabilidades se tornem muito claras para todos: executores e gestores.
Desenhados os processos, é preciso verificar quais são os pontos principais destes processos que merecem ser constantemente verificados e acompanhados. Muito bem: acabamos de definir os indicadores de desempenho de cada processo. Simples e objetivo.
Indicadores de desempenho são números, resultados de dois ou mais fatores, que nos mostram de forma inequívoca como andam as coisas na empresa. Como exemplo, um indicador da eficácia de vendas pode ser a resultante do número de propostas versus os pedidos realmente fechados. Ou a relação entre o número de funcionários da loja contra as vendas mensais. E que tal comparar o resultado de diferentes lojas, confrontando sua metragem quadrada pelas vendas, ou ainda, em uma indústria, a relação de compras do mês sobre o faturamento?
Pode parecer que todos usam estes indicadores, mas no `mundo real` a maioria das empresas trabalha só por fluxo de caixa: se tem verba compra estoque, e assim por diante, sem se dar conta de que é necessário analisar informações de forma sistêmica, para saber como e onde existem possibilidades de melhorar os resultados. Se trabalharmos somente `de olho no fluxo`, estaremos agindo a partir de fatos ocorridos, sem tomar nenhuma ação de correção de rumo, ou seja, ficaremos a vida toda agindo reativamente, sem ter o comando da situação. O outro lado da moeda nos mostra um gestor analisando gráficos de resultados históricos, podendo observar para onde caminha a empresa e com todas as condições de atuar nos pontos nevrálgicos.
Com indicadores bem pensados, responsabilidades claras e acompanhamentos sistêmicos, é possível gerenciar desde pessoas e seu desempenho até os resultados financeiros e a eficácia das estratégias e processos da empresa.
Gerenciar sobre fatos e focando metas transparentes é muito mais simples do que possa parecer, mas para isso é preciso acreditar que metodologias funcionam mais do que o medo de perder o poder ou de abrir a empresa para uma forma de atuação onde a base seja a competência e a responsabilidade de todos.
Por
Da VECHI & ANCONA
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